segunda-feira, 25 de junho de 2012

Temporarily out...

Thanks to Math's classes of my doctorate at ITA I am temporarily out... getting back after 2012 July... if I'm still alive...

quinta-feira, 12 de abril de 2012

About collaborative services

To those that does not believe in the collaborative movements and in social networks as business drivers and supporters, see that are rising money exchange companies based on peer-to-peer models. Take a look at: http://weswap.com/.

I saw collaborative wifi at MWC 2012 - a great idea! - and there is much more about that (see e.g. http://lifestylesdefined.com/turning-homeless-people-into-wi-fi-hotspots/).
Soon we will get collaborative credit, collaborative charity, collaborative banks... and some day, who knows, collaborative government. I strongly believe in that.

All of these should be based on cloud computing, mashups and trustworthy computing models.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Reinicializando o touchpad - Da série: Por que Linux ainda não vai bater o Windows

De vez em quando meu touchpad dá uma doida e para de funcionar. Do nada... nenhum registro interessante no log... simplesmente para. Talvez por que não havia uma distro preparada com os drivers específicos do meu LG A510.

Bem, para resolver isso é preciso reinicializar o serviço do touchpad. Para isto, basta abrir um terminal e executar os seguintes comandos:

sudo modprobe -r psmouse
sudo modprobe psmouse proto=imps

Mais um dos motivos por que o Linux vai demorar para bater o Windows... imagina isso acontecendo com o um usuário tradicional?


Referência: http://wiki.debian.org/SynapticsTouchpad

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Ataques aos bancos.. há risco em realizar transações pela internet?

Os recentes ataques do Anonymous, já avisados semanas antes, demonstraram que alguns de nossos ativos de tecnologia estão expostos de forma irremediável a ciber-ataques.

Dentro do escopo da operação OpWeeksPayment planejada pelo Anonymous, nos últimos dias os bancos Itaú e Bradesco sofreram ataques que tiraram do ar por algumas horas, e de forma intermitente, os portais de acesso ao serviços bancários pela Internet.

O ataque realizado teve características de DoS (Denial of service, negação de serviço) e não implicaram em acesso a informações críticas, invasão a servidores internos ou acesso a dados de contas. Para quem não entende muito bem o conceito de DoS, imagine você chegando à porta da sua casa para entrar e existem centenas de pessoas à frente da porta... você se afasta, aguarda um pouco e quando tenta novamente estas pessoas estão lá novamente... o que acontece é que você não vai conseguir entrar na sua casa, o que não significa que as outras centenas de pessoas conseguiram. Eles apenas estão lá, bloqueando, impedindo a sua entrada. Um ataque de DoS tem mais ou menos esta dinâmica.

Apesar de alguns poucos artigos na internet recomendarem aos usuários evitar o uso de serviços bancários pela internet, é importante lembrar que os sites bancários brasileiros são provavelmente os mais seguros do mundo. Chegar aos dados de contas e movimentações financeiras é algo muito, muito difícil. Não vou dizer que é impossível por que não existe 100% de segurança em nada, mas é altamente improvável. Seria necessário o acesso a várias informações privilegiadas e muito provavelmente uma ação coordenada envolvendo usuários internos.

Atualmente os acessos aos bancos utilizam múltiplos fatores de autenticação (tais como os tokens) e vários mecanismos técnicos para garantir que o acesso é legítimo. Sem "puxação de saco", o Bradesco, particularmente, é um dos bancos que possui mais experiência e ferramental para garantir um acesso seguro aos serviços financeiros.

Apenas lembre-se que quanto mais segurança um ambiente oferece, menos usabilidade você terá. Por isso em vários bancos você tem que entrar com usuário, senha, CPF, token, senha de acesso, senha de aprovação e por aí vai. Para conseguir entregar um ambiente seguro, em função da criticidade dos serviços e informações oferecidos,  as instituições precisam usar uma composição de técnicas por que não existe solução que forneça 100% de segurança. Particularmente contra DoS.

É necessário muito estudo, trabalho e monitoramento.

Veja mais sobre o tema:
http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from%5Finfo%5Findex=21&infoid=10264&query=simple&search%5Fby%5Fauthorname=all&search%5Fby%5Ffield=tax&search%5Fby%5Fkeywords=any&search%5Fby%5Fpriority=all&search%5Fby%5Fsection=all&search%5Fby%5Fstate=all&search%5Ftext%5Foptions=all&sid=60&text=acesso+leg%EDtimo

http://videos.tvdecision.com.br/security_leaders2011/23/8_Segundo_Painel%20_Security_Leaders_acesso_legitimo.wmv

http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=10256&sid=60

domingo, 8 de maio de 2011

Participação nos debates no Security Leaders 2010

Sobre a questão cultural na adoção de práticas de GRC

e sobre o entendimento a respeito dos conceitos de GRC

... e eu que nem sabia que estes vídeos estavam no YouTube... :-P

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Android no Desktop com VirtualBox

Então, já estou começando a fazer uns programinhas bobos para Android. Estou começando a aprender e a entender o funcionamento do sistema operacional. Como sabem (eu acho), o Android tem coração de Linux. Então pensei: será que esse "caboquim" roda legal no desktop?

A primeira coisa que fiz foi "googlar" para "Android X86", nas esperança de encontrar alguém que já tivesse tentado. Olha só o primeiro site (tô atrasado hein?): http://www.android-x86.org/. O projeto está ativo desde março de 2010 preparando a versão para x86.

Bom, fui direto ao assunto:

1. Fui para Download.
2. Em "StableRelease" baixei "android-x86-1.6-r2.iso" (baixe uma mais nova, se encontrar).
3. Gerei uma virtual machine no virtual box escolhendo "Linux" e "Others" (outros linux).

Não é que rodou de cara?

Olha o sistema rodando aí de primeira, sem necessidade de qualquer ajuste



Bem no momento de escrita do post.

Experimente ai!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

IOWait causando 100% de consumo de CPU no Ubuntu - SOLUCIONADO

Há algum tempo eu vinha tendo problemas de IOWait alto ao ligar o notebook, o que fazia com que o sistema ficasse impossível de utilizar por mais ou menos uns 15 minutos. O IOWait consiste no tempo em que o processador fica aguardando (bloqueado) o término de uma operação de I/O. O interessante é que não aparecia nenhuma aplicação consumindo de forma exagerada o disco ou a CPU no system monitor. Obviamente não era a ferramenta ideal para avaliar o problema.

Após "fuçar" por uns dois dias (efetivamente umas 4 horas ao longo de 4 semanas...) descobri o iotop, que permite monitorar os processos consumindo operações de I/O. Foi rodar o programa imediatamente após uma inicialização e logo os vilões apareceram: gdl_fs_crawler e gdl_indexer. Quem são? Estes dois são processos de background que cuidam do serviço de indexação do Google Desktop. Sim, estava com o Google Desktop instalado no Ubuntu e configurado para inicializar automaticamente.

Identificado o problema, a solução não poderia ser mais simples: tirar o Google Desktop da inicialização (System→Preferences→Startup Applications). Reinicializada a máquina, praticamente zero de IOWait e a máquina voltou a funcionar excelentemente, permitindo a inicialização do OpenOffice logo de cara.

Colocando o Google Desktop para rodar após a inicialização o IOWait fica menos exagerado, mas ainda bate 2000Kb/s de leitura de disco. O ideal é deixar o Google Desktop indexando durante a noite e desligar a indexação durante o período de uso normal, mantendo-o fora da inicialização.

Mas ele ainda é minha ferramenta preferida de pesquisa no desktop.